quinta-feira, 30 de julho de 2009
Leilton

Sem liberdade não se pode ser feliz!

sem esperar amanhã, sem olhar ao menos,
o tempo fica mais curto cada minuto,
e eu morro em cada prisão que sonho.
terça-feira, 28 de julho de 2009


''O homem condenado a ser livre''
O que é ser livre? Como o homem pode ser livre? Seria uma possibilidade utópica?
Mal entendida, negada, almejada, sobretudo usurpada a liberdade sempre foi uma questão fundamental para a humanidade.

"Liberdade, essa palavra
Que o sonho humano alimenta
Que não há ninguém que explique
E ninguém que não entenda"
Cecília Meireles
Há sempre questões, dúvidas e impossibilidades. Como serei livre com o pai que tenho? ...Ah! Quando eu me casar!... Depois do casamento pode ainda não sentir-se livre e novamente buscar soluções para iludir-se. Por que o ser humano tão freqüentemente é infiel? Será que aí julga-se livre? Estará ele realmente livre?
Liberdade não implica em falta de educação, ninguém precisa ser inconveniente ao meio para conseguir ser livre, mas deve impedir que o meio seja inconveniente a si para roubar-lhe a liberdade.
O homem sempre se fez prisioneiro de angústias, medos, culpas, solidão, impossibilidade de agir, padrões pré determinados, doutrinas, normas, dogmas etc. Pode então libertar-se buscando o autoconhecimento e realizando-se. Tornando-se responsável por suas escolhas.
Para Sartre o homem é a sua liberdade e está condenado a ser livre. Condenado porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto é livre, uma vez que foi lançado no mundo é responsável por tudo que faz.
Segundo Jaspers, só nos momentos em que exerço minha liberdade é que sou plenamente eu mesmo. Assim será o indivíduo autêntico, autônomo, autodeterminado.
Ser e fazer implicam em liberdade. A condição primordial da ação é a liberdade. Liberdade é essencialmente capacidade de escolha. Onde não existe escolha, não há liberdade. O homem faz escolhas da manhã à noite e se responsabiliza por elas assumindo seus riscos (vitórias ou derrotas). Escolhe roupas, amigos, amores, filmes, músicas, profissões... A escolha sempre supõe duas ou mais alternativas; com uma só opção não existe escolha nem liberdade.
As escolhas nem sempre são fáceis e simples. Escolher é optar por uma alternativa e renunciar à outra ou às outras.
Não existe liberdade zero ou nula. Por mais escravizada que se ache uma pessoa, sempre lhe sobra algum poder de escolha. Também não há liberdade infinita, ninguém pode escolher tudo.
Na facticidade somos limitados, determinados. Um ótimo exemplo nos é dado por Luís Fernando Veríssimo quando descreve: "poderia se dizer que livre, livre mesmo, é quem decide de uma hora para outra que naquela noite quer jantar em Paris e pega um avião. Mas, mesmo este depende de estar com o passaporte em dia e encontrar lugar no avião. E nunca escapará da dura realidade de que só chegará em Paris para o almoço do dia seguinte. O planeta tem seus protocolos".
Contra o senso comum "ser-livre" não significa "obter o que se quis", mas sim "determinar-se por si mesmo a querer" (no sentido de escolher). O êxito não importa em absoluto à liberdade. O conceito técnico e filosófico de liberdade significa: autonomia de escolha, não fazendo distinção entre intenção e ato.


O ato livre é, necessariamente, um ato pelo qual se deve responder e responsabilizar-se. Porque sou livre tenho que assumir as conseqüências de minhas ações e omissões.
Os animais irracionais não são livres, não são responsáveis pelo que fazem ou deixam de fazer. Ninguém pode condenar um cavalo que lhe deu um coice. O animal não faz o que quer e sim o que precisa ou o que se encontra determinado pelo instinto de sobrevivência para que continue existindo.
O próprio vôo de um pássaro está sujeito às leis da Física. Kant brincava com essa idéia, imaginando uma pomba indignada contra a resistência do ar que a impediria de voar mais depressa. Na verdade, argumenta, é justamente essa resistência que lhe serve de suporte, pois seria impossível voar no vácuo.
"Não me apontes o caminho,
o rumo certo pra chegar ao cimo.
Deixa-me encontrá-lo para que seja
meu...
Não me reveles a mais brilhante estrela,
Aquela que te guia.
Eu buscarei a minha...
Não me estendas a mão quando eu cair.
Em tempo certo, em hora exata,
Eu ficarei de pé...
Não te apiedes de mim.
É minha estrada, é minha estrela,
É meu destino.
Deixa apenas que eu seja.
Sem ti..."
Eliette Ferreira
O homem para Sartre não pode ser ora livre, ora escravo. Ele é totalmente e sempre livre, ou não o é.
A liberdade não é alguma coisa que é dada, mas resulta de um projeto de ação. É uma árdua tarefa cujos desafios nem sempre são suportados pelo homem, daí resultando os riscos de perda de liberdade pelo homem que se acomoda não lutando para o homem.
sábado, 25 de julho de 2009
Exploração de madeira
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No final dos anos 1990, após esgotar muito das suas próprias existências de madeira, companhias asiáticas madeireiras começaram agressivamente em movimento em áreas da floresta, incluindo nordeste da América do Sul (Guiana, Suriname); a Amazônia brasileira; Bacia do Congo da África Central; o Pacífico Sul, em especial as Ilhas Salomão e Papuá-Nova Guiné; e América Central. Empresas madeireiras chinesas têm sido particularmente ativos, após o governo ter proibido exploração doméstica em grande parte do país na sequência das catastróficas inundações em 1998. Com uma construção estrondosa abastecimento a demanda de madeira, a China foi recentemente ligada à exploração madeireira na África, na Amazônia, na Birmânia, e na Indonésia África, Amazonas, Burma, and Indonésia. Operações típicas de exploração são muito prejudiciais para o ecossistema da floresta. Problemas derivam da concessão de madeira, que apoiam a o recurso degradação a curto prazo, bem como pobre planejamento e supervisionameto florestal. A corrupção é abundante em muitos países produtores de madeira tropical, tornando a legislação florestal existente quase inaplicáveis, enquanto a falta de transparência nas transacções comerciais significa que os funcionários corruptos concedem concessões aos amigos, sem respeito pelo ambiente ou consideração das populações locais. A estrutura da floresta em si-onde nenhuma espécie domina e árvores de madeiras atraentes são muito dispersas - significando que pode simplesmente ser mais lucrativo cortar-para limpar a floresta. Mesmo sem corte, a construção de estradas para chegar nos recursos madeireiros florestais é destrutivo no seu próprio direito e encoraja a liquidação das terras florestais anteriormente inacessíveis por especuladores, desenvolvedores de terras, e camponeses pobres. Estudos feitos pela Fundo de Defesa Ambiental mostra que as áreas que foram seletivamente cortadas são oito vezes mais prováveis de serem apuradas pelo cultivadores do que florestas tropicais intocadas por causa do acesso de estradas concedido pela exploração madeireira. Uma pesquisa realizada encontrou uma alta correlação entre a presença de estradas para explorações e consumo de "bushmeat" - caça de animais silvestres para subsistência ou para comércio - caçados como alimento. Estradas de explorações à parte, madeira seletiva onde apenas uma ou duas espécies de árvores valiosas são colhidas em uma uma área, podem ter um pesado tributo sobre as florestas tropicais primárias. Estudos realizados no final 2005 por cientistas da Instituição Carnegie na Universidade de Stanford, determinou que "madeiras seletivas" criam o dobro do dano como são detectados por satélites, enquanto resultando em mais 25 por cento de gases de efeito estufa do que acreditado anteriormente. Exploração Seletiva, praticadas geralmente de forma degradante para a floresta, porque o corte de um única grande árvore pode trazer para baixo em torno de dezenas de árvores que estão ligados à ela como vinhas e lianas. O desbaste da proteção do dossel expõe a floresta ao aumento da luz solar e secagem ventos que podem matar simbióticos organismos do solo e fixação de nutrientes essenciais para decomposição, enquanto a secagem das folhas aumentam a vulnerabilidade de incêndio na floresta. Além disso, a utilização de tractores para remover árvores destróem o solo e aumenta a erosão. Foi encontrado que madeiras seletiva reduzem a biodiversidade global destruindo o habitat de espécies florestais primárias. Estas operações de exploração de madeiras tropicais amplamente falham na proteção de madeiras que são estocadas para futuras colheitas e falham na proteção da carga contra incêndios florestais, perda de biodiversidade, excesso de caça, e posterior conversão para a agricultura ou pastagem. Mas os danos causados pelo apuramento é ainda pior. Os operadores que não práticam exploração de madeira podem simplesmente queimar um curso da floresta após valiosas árvores serem removidas. Gráfico: Extração de Madeira
de Países TropicaisGráfico:
Extração Industrial de Madeira Redonda dos Países TropicaisExploração
. . estilo AnfetaminasConta Ilegal de Exploração
na TâilandiaEconomia Pobres Os países em desenvolvimento muitas vezes vêem apenas uma fração do dinheiro que merecem das operações madeireiras legais, e menos ainda da exploração madeireira ilegal, o que, segundo as estimativas do Banco Mundial, custa ao governo $ 5 bilhões de dólares em receitas perdidas anualmente e golpeam economias nacionais para outro $ 10 bilhões de dólares por ano. Empresas de exploração madeireiras muitas vezes encontram ou criam lacunas na legislação que lhes permitem pagar muito pouco para concessões, enquanto às vezes evitando impostos sobre consumos específicos das madeiras que removem. Por exemplo, um acordo de exploração em 1994 com Suriname concedeu 25 por cento da área terrestre do Suriname (7,5 milhões de hectares ou 3 milhões de hectares) menos de $ 35 por acre, enquanto faltam disposições para a proteção do ambiente, reflorestamento das áreas apuradas, ou mesmo permitir que os países possam acompanhar adequadamente as atividades madeireiras. Na época, as estimativas do Serviço Florestal e Harvard Law School dos EUA projetaram que enquanto madeireiros iriam ganhar por volta de $ 28 milhões de dólares por ano, o país só verá $ 2 milhões de dólares. Entretanto, no final de 1990, o Governo cambojano estava perdendo tanto dinheiro por causa da sua incapacidade de recolher impostos sobre as madeira, que o FMI cancelou o empréstimo de $ 120 milhões com o Banco Mundial e suspendeu as ajudas diretas ao governo até que a corrupção no setor florestal tenha sido resolvida. Aparentemente, essas ações não foram suficientes para parar a perda florestal: entre 2000 e 2005, o Camboja perdeu quase 30 por cento de sua cobertura florestal primária. Na Nigéria, que sofreram a maior taxa de perda florestal primária (55,7 por cento) na primeira metade desta década, WEMPCO, uma empresa madeireira de Hong Kong, alegadamente pagou ao governo $ 28 dólares para cada árvore mogno enquanto revendem a madeira por $ 800 dólares por metro cúbico, aproximadamente $ 2.900 dólares por árvore. Madeira tropical
exporta para o JapãoTotal de Madeiras Tropicais exportadas para o JapãoPaíses tropicais países também perdem potenciais benefícios exportando toras antes do processamento, quando madeira tem o seu menor valor. Vários países, incluindo o Cambodja, as Ilhas Salomão, e Birmânia, proibiram a exportação de toras num esforço para aumentar as rendas de operadores locais e do governo, mas toras são comumente contrabandeadas pelo sindicatos criminosos. "Exploração florestal sustentável" Sustentamento florestal é possível, mas, de acordo com a Organização Internacional das Madeiras Tropicais, menos de 1 por cento das madeireiras nos trópicos são verdadeiramente sustentável. Numa recente sondagem nenhum dos 34 locais no estado do Pará no Brasil tiveram um encontro com OIMT requisitos de colheita que o Brasil tinha concordado em implementar até no 2000. Várias técnicas como tirar as madeireiras e reduzir o impacto das madeireiras (Ver Capítulo 10: Soluções: "exploração madeireira sustentável") mostram potencial, mas fazem muito pouco, se não forem adotadas Operações madeireiras nas florestas tropicais também estão particularmente sujeitos a "greenwash", no qual a empresa afirma se comprometer com técnicas de colheita sustentável, mas na prática não implementa as proteções mais básicas. Questões de Revisão:
Porque as explorações seletivas podem ser destrutivas?
Como é chamado a caça de animais silvestres para alimentação?
O que é o greenwash? [Inglês Espanhol Francês] Continuação: Garimpas nas Florestas Tropicais Retórica Anti-ONG no Brasil, uma resposta desaprovação ambiental, diz Ministro do Meio Ambiente(10/24/2008) Acusações contra grupos estrangeiros que atuam na Amazônia brasileira são “exageros” para diminuir as críticas sobre os altos índices de desmatamento na região, diz o Ministro do Meio Ambiente em um encontro em Brasília. O Governo Brasileiro é o maior destruidor da Floresta Amazônica(10/8/2008) Uma agência do governo Brasileiro de distribuição de terras para os pobres é a maior condutora do desflorestamento desde 2005, de acordo com o Ministro do Meio Ambiente do país. "Carbono de tartaruga" pode ajudar a proteger florestas tropicais e salvar tartarugas marinhas ameaçadas(9/3/2008) O uso de créditos de carbono para promover a conservação das florestas tropicais pode ajudar a proteger tartarugas marinhas ameaçadas em algumas partes do mundo, diz especialista em finanças de carbono.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Liberdade e responsabilidade
Para se compreender a relação entre a liberdade e a responsabilidade é necessário, primeiro que tudo, conhecer o que significam estas liberdades e a sua integração no contexto filosófico.
A palavra liberdade tem uma origem latina (libertas) e significa independência. Etimologicamente, a palavra responsabilidade também vem do latim (respondere) e significa ser capaz de comprometer-se.
No senso comum, liberdade é uma palavra que pode ser definida em variados sentidos (liberdade física, liberdade civil, liberdade de expressão…). Filosoficamente, a liberdade, e mais concretamente a liberdade moral, diz respeito a uma capacidade humana para escolher ou decidir racionalmente quais os actos a praticar e praticá-los sem coacções extremas. É de carácter racional, pois os homens devem pensar nas causas e consequências dos seus actos e na sua forma e conteúdo. Esta liberdade não é absoluta, é condicionada e situada. Condicionada porque intervêm no seu exercício múltiplas condicionantes (físicas, psicológicas…). Situada porque se realiza dentro da circunstância, mundo, sociedade em que vivemos. Todas as nossas acções são fruto das circunstâncias e das nossas próprias características. É também uma liberdade solidária, porque cada um de nós só é livre com os outros, visto que não vivemos sozinhos no mundo. A liberdade humana (pode chamar-se assim porque é de carácter racional e, logo, exclusiva dos homens) reside em se poder dizer sim ou não, quero ou não quero. Nada nos obriga a ter apenas uma alternativa. O exercício da liberdade exige reflexão e, logo, tempo. Por isso, a reacção é diferente da acção, visto que a primeira é imediata face a um estímulo.
A responsabilidade moral é, por sua vez, uma capacidade, e ao mesmo tempo uma obrigação moral, de assumirmos os nossos actos. É reconhecermo-nos nos nossos actos, compreender que são eles que nos constroem e moldam como pessoas. A responsabilidade implica que sejamos responsáveis antes do acto (ao escolhermos e decidirmos racionalmente, conhecendo os motivos da nossa acção e ao tentar prever as consequências desta), durante o acto (na forma como actuamos) e depois do acto (no assumir das consequências que advêm dos actos praticados).
A liberdade e a responsabilidade estão tão ligadas na medida em que só somos realmente livres de formos responsáveis, e só podemos ser responsáveis se formos livres.
A responsabilidade implica uma escolha e decisão racional, o que vai de encontro à própria definição de liberdade.
Por outro lado, se não agirmos livremente, não podemos assumir totalmente as consequências dos nossos actos, visto que as circunstâncias atenuantes seriam muito fortes. Só o sujeito que é capaz de escolher e decidir racionalmente, com consciência, é capaz de assumir as causas e as consequências da sua acção.
Além disso, a liberdade e a responsabilidade são parâmetros essenciais na construção de um indivíduo como pessoa, visto que é através da liberdade e da responsabilidade que um sujeito é capaz de se tornar efectivamente autónomo.
Everton,Fábio,Pedro miguel,Ruan
terça-feira, 21 de julho de 2009
Qualidade de Vida
A Organização Mundial da Saúde desenvolveu um questionário para aferir a qualidade de vida, que possui duas versões validadas para o português, o 100 (composto por 100 questões) e o composto por 26 questões. E composto por seis domínios: o físico. o psicológico, o do nível de independência, o das relações sociais, o do meio ambiente e o dos aspectos religiosos. O WHOQOL - Breve é composto por quatro domínios: o físico, o psicológico, o das relações sociais e o do meio ambiente. A cidade Portuguesa com melhor qualidade de vida é Viseu, sendo ainda a 17ª a nivel mundial. Cidades como Lisboa, Porto ou Setubal são as cidades portuguesas com pior qualidade de vida.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente o bem-estar infantil.
Postado Por:
- Djaksom
- Andressa Silva
- Fabrine
- Victória Batista
Efeito Estufa
O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que destabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenómeno conhecido como aquecimento global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Organização das Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maior parte deste aquecimento,observado durante os últimos 50 anos, se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa.
Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2O), CFC´s (CFxClx)) absorvem alguma radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30°C mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa».
Um dos piores gases é o metano, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono,é produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases emitidos
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Quem sou eu e o que eu sou
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Quem sou eu:
tenho 13 anos ,
a cor que eu gosto mais é rosa e preto ,
o que eu gosto de fazer é ficar tc ,
a comida que eu gosto é vaca atolada ,
meu time prefirido é o corithias,
gosto muito de viajar com a minha familia ,
e sou feliz..
quarta-feira, 15 de julho de 2009
crescimento e urbanização
O Urbanismo mostra-se, portanto, como uma ciência humana (ciência aplicada), de caráter eminente multidisciplinar, inserida no contexto próprio de uma sociedade em processo de constante crescimento demográfico e respondendo a uma forte pressão de civilização e urbanidade, enfrentando suas demandas e problemas. Numa perspectiva simplista, o urbanismo corresponde à ação de projetar e ordenar as cidades. No entanto, sob um ponto de vista mais amplo, o urbanismo pode ser entendido tanto como um conjunto de práticas ou de idéias, quanto como uma forma ideológica que visa reproduzir as condições gerais do modo de produção capitalista. Segundo este ponto de vista, atualmente tanto o Capital quanto o Estado se apropriam da prática e teoria (entendendo-os como ideologia) do urbanismo como um mecanismo gerador de lucro.
Portanto, o estudo do urbanismo deve ser uma atividade multidisciplinar e complexa que dialoga principalmente com a arquitetura (em seu sentido mais comum), com a arquitetura da paisagem, com o design e com a política. Ele necessita da contribuição de áreas do conhecimento como a ecologia, geologia, ciências sociais, geografia e outras ciências.
A palavra deriva-se dos estudos do engenheiro catalão Ildefonso Cerdá, responsável pelo projeto de ampliação de Barcelona na década de 1850. Apesar de jamais ter usado o termo urbanismo, Cerdà cunhou o termo urbe para designar de modo geral os diferentes tipos de assentamento humano e o termo urbanização designando a ação sobre a urbe. Destes termos muito próximos surgirá o nome urbanismo no início do século XX. Cerdà publicou extensos estudos sobre as cidades de Barcelona e Madri, que versavam sobre os mais diversos aspectos da cidade indo desde questões técnicas (como a análise da rua e seus sistemas de infraestrutura) até questões teóricas e territoriais, (i.e.: como ligar as cidades em uma grande rede nacional?). Um compêndio expandido e revisado, a Teoria Geral da Urbanização, publicado em 1867, resulta de seus estudos anteriores e é a publicação mais notória de Cerdà.
Urbanização é o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da área rural(sitios,chácaras etc.) para os centros urbanos (as cidades). Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser maior a quantidade que vive do campo.
As cidades podem ser classificadas de acordo com seu tamanho, atividade econômica, importância regional entre outras características:
Municípios: são as menores divisões político-administrativas, todo município possui governo próprio, sua área de atuação compreende a parte urbana e rural pertencente ao município.
Cidade: é a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter, as atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, as atividades principais são centralizadas nos setor secundário(O setor secundário é o setor da economia que transforma produtos naturais produzidos pelo setor primário em produtos de consumo, ou em máquinas industriais/ produtos a serem utilizados por outros estabelecimentos do setor secundário). e terciário(O setor terciário no contexto da economia, envolve a comercialização de produtos em geral, e o oferecimento de serviços comerciais, pessoais ou comunitários, a terceiros).
Macrocefalia urbana: caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas que por falta de oportunidade e baixa renda residem em bairros que não possuem os serviços públicos básicos, e com isso enfatiza o desemprego, contribui para a formação de favelas, resultando na exclusão social de todas as formas.
Metrópoles: são as cidades que sediam regiões metropolitanas. Exemplo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte.
Conurbações: é o fenômeno em que um município ultrapassa seus limites por causa do crescimento e com isso encontra-se com os municípios vizinhos. Exemplo: Rio de Janeiro ou São Paulo, com os respectivos municípios das regiões metropolitanas.
Regiões metropolitanas: É a união de dois ou mais municípios formando uma grande malha urbana, é comum nas cidades sedes de estados. Exemplo: Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidades do entorno.
Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas.
Tecnopólos: ou cidades-ciência, são cidades onde estão presentes centros de pesquisas, universidades, centros de difusão de informações. Geralmente os tecnopólos estão alienados a universidades e indústrias.
Verticalização: é a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma horizontal das construções (ex: casas), para a verticalização (construção de prédios).
Segregação espacial: é o foco do poder público às regiões onde a parcela da população possui melhor poder aquisitivo, e omissão às regiões periféricas desprovidas dos serviços públicos.
Cidades formais: são cidades planejadas, que comportam rede de saneamento básico e ruas planejadas com suporte ao trânsito.
Cidades informais: são compostas pelas regiões periféricas, regiões onde não existe infra-estrutura suficientes.Urbanização é quando o crescimento da cidade é maior que o do campo, e crescimento urbano é quando a cidade e o campo crescem em igual proporção e de forma natural, ou também pode ser devido à entrada de imigrantes nas cidades
postado por:
group dos encalhados
terça-feira, 14 de julho de 2009
QUALIDADE DE VIDA
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Leilton
Curso a 7ª Serie No Ilay Garcia Ellery...
Zé Raimundo ?Bom Professor ... Gostei da Idéia Dele De Fazer Um blog Pra Galera da Escolla ... Forma diverdita de Estudar ( Estudar do jeito que agente gosta ) ...
Leilton Rios

Caça é a perseguição de um animal a outro, normalmente com intenção de abate. É uma prática usada pelos animais carnívoros ou omnívoros para obtenção de alimento. Muitas espécies utilizam a caça, cada qual com técnica especializada levando em conta as características físicas do animal caçador e da presa. Geralmente usam emboscadas, perseguição em velocidade e/ou trabalho em grupo, sempre visando, dentre os possíveis alvos, os mais frágeis, como animais velhos, doentes ou recém-nascidos.

Caça humana
O Homem também utiliza a caça. Antes da civilização, esta era a principal fonte de alimento de muitos dos grupos humanos. Porém, a expansão populacional e o desenvolvimento da civilização, tornou o extrativismo natural, coleta, caça e pesca, insuficientes para o abastecimento da população, sendo que a obtenção destes produtos foi substituída pela agricultura e pecuária, tendo a pesca resistido até os dias de hoje e obtendo escala industrial.
Embora a caça de substância ainda resista até os dias de hoje, ela ocorre em pequenas comunidades isoladas, como algumas tribos indígenas, por exemplo. Outra modalidade de caça, a esportiva, ganhou importância com o passar dos séculos. Esta modalidade não visa a obtenção de alimentos mas a conservação de tradições, emoção da perseguição e do abate entre outras.
Com a extinção ou ameaça de extinção espécies em alguns locais, foi necessária a criação de normas reguladoras a caça, que só é permitida em locais determinados, para certas espécies e em número limitado de quantidade. E até em muitos países, a proibição total.
No Brasil, o único estado que permite a caça esportiva é o Rio Grande do Sul, sendo que a temporada varia de ano a ano, em geral de Maio a Agosto. Por vezes liminares solicitadas à justiça por grupos ambientalistas suspendem a temporada. Na verdade o Rio Grande do Sul permitia, no passado. A caça esportiva está proibida desde o ano de 2005, graças a diversas ações civis públicas.
Ideologia por trás da caça
A caça é uma das mais antigas atividades do ser humano em favor de sua sobrevivência. A antropologia admite que a espécie humana somente atingiu o atual estágio de desenvolvimento mental a partir do momento em que os primeiros hominídeos deixaram de ser coletores para se tornarem onívoros. Isso foi determinante no desenvolvimento do senso de colaboração entre humanos, bem como no desenvolvimento de ferramentas. O instinto de caçar está presente no ser humano, seja na sua forma original ou na prática de esportes que ritualizam simulações de caçadas.
O abate de animais por esporte é praticado por povos em todo o mundo, independente de credo ou etnia. O ato de caçar tem implicações de caráter ético e, para a maioria das pessoas, trata-se de uma questão de foro íntimo.
A caça por esporte continua presente onde houver condições para sua prática. É um instinto tão espontâneo que pode ser facilmente observado logo na primeira infância.
A subsistência do esporte da caça em áreas milenarmente ocupadas no velho mundo, torna inquestionável que um manejo adequado somado a preservação e recuperação das áreas silvestres fazem da caça um esporte plenamente sustentável.
O imenso progresso nas condições de vida registrado na segunda metade do século XX gerou uma urbanização sem precedentes, além de uma melhoria e dinamização dos processos produtivos de carne e derivados.
Com isso, aliado a penetração de valores de preservação a caça começou a ser discutida de forma mais intensa na sociedade. Muitos grupos defendem a proibição irrestrita da caça, especialmente da caça esportiva.
A Caça de subsistência ainda é praticada por comunidades indígenas ou de regiões mais isoladas do globo, ou mesmo, em casos especiais.
Mesmo os praticantes e defensores da pratica da Caça para fins esportivos, culturais ou tradicionais tendem a apoiar atitudes preservacionistas e de diminuição do dano à natureza que tal prática pode causar.
Postado por:
Leilton
Laine
Carlos
Manuela





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